quinta-feira, 25 de junho de 2009

Prazer sem limites

Acho que já contei aqui que me masturbo desde os 12 anos. Sempre fui muito pervertida, cheia de malícias, mente poluída e uma curiosidade incontrolável quando o assunto é sexo.

Quando criança, tinha mania de ouvir as conversas da empregada com as amigas. Eu era só uma menina de 8 anos que brincava de bonecas enquanto Maria conversava com suas amigas, que estavam sempre lá em casa. Meus pais não se importavam. Maria era como se fosse da família e cuidava muito bem de mim e da minha irmã mais nova.

Ela e suas amigas só falavam em homem. Contavam detalhadamente todas as suas aventuras a dois. Uma delas namorava um cara que tinha um fusca. Lembro-me de uma história que ela contou dos dois dentro daquele carro. Ficava imaginando as cenas com todos os detalhes, mas sempre ficava calada, na minha, brincando, para que elas pudessem continuar com aquela conversa tão interessante.

Na escola, só andava com os meninos. Eles me tratavam como se eu fosse outro menino, mas eu os olhava diferente. Ficava imaginando o que eles escondiam dentro das calças. Nunca tinha visto um pênis. Só o do meu pai, quando eu tinha 9 anos e ele foi trocar de roupa e esqueceu a porta do
quarto aberta. Quando vi, fiquei com nojo. Fiquei o dia inteiro sem conseguir comer nada. Mas em relação aos meninos da escola, era diferente, claro. Eu tinha muita curiosidade, embora nunca tenha conseguido ver o de nenhum deles. Já namorei um garoto da minha sala quando eu estava na 7ª série. Foi meu primeiro namoradinho, mas eu também nunca vi o pênis dele.

Sou viciada em prazer sem limites. Não tenho frescura. Para mim o que importa é a minha satisfação, acompanhada ou não. Adoro me masturbar. Mas se tiver que fazer isso na frente de alguém, eu travo. Homem gosta de ver essas coisas. Então, para agradar o meu, eu me masturbo. O prazer não chega nem aos pés do que sinto quando faço sozinha, porque sozinha minha imaginação vai longe. Imagino de tudo, solto gemidos, xingo e gozo diversas vezes. Com ele olhando não consigo pensar em nada, só em gozar, porque é isso que ele quer ver.

Sou capaz de ir até onde for preciso em busca de prazer e, para isso, não sinto a necessidade de estar dentro de quatro paredes. Para essas coisas não há hora nem lugar.

Não posso dizer que já experimentei de tudo. Perdi a virgindade muito tarde, aos 21 anos, devo ter contado isso aqui também, com um cara que eu namorava na época. Namoramos por três anos e durante esse período só transei com ele. Hoje, seis anos depois de termos terminado, ao longo desse tempo e no auge dos meus 30 anos, posso afirmar que já tive várias experiências com homens diferentes e, uma única vez, com uma mulher.

Esta última aconteceu aconteceu quando fui a uma casa de swing, no Rio de Janeiro, com um carinnha que eu venho me relacionando há 2 anos e meio. Ele é o cara mais pervertido que já conheci e se antes de conhecê-lo eu já era, agora sou muito mais.

Quando a gente começou a transar, eu ainda não tinha feito sexo anal. Tinha medo, porque imaginava que isso não dava prazer, pelo contrário, que doía muito. Ele insistiu até eu ceder. Mas a insistência dele não é aquela coisa chata. Ele vai pelas beiradas, sutil, até chegar aonde quer. Foi
assim também quando ele me pediu para ver uma menina chupando a minha boceta. De jeito nenhum eu quis aceitar isso. Eu não sou lésbica! Mas depois, com jeitinho ele foi me convencendo. Por que não? O máximo que poderia acontecer era eu não gostar. Não ia me tornar lésbica por causa disso, até porque não imagino minha vida sem uma pica gostosa, na medida certa para a minha boceta. Desde que não seja nem pequeno nem fino, todos são uma delícia.

Decidi então encarar mais essa experiência. Confesso que no início me senti um pouco desconfortável. Depois comecei a gostar e não queria mais parar. Lá na casa de swing é assim: a gente entra e recebe a chave de um armário para guardar nossas coisas e assim ficar mais confortável dentro da boate. Tem gente que guarda tudo, inclusive a roupa do corpo e transita livremente, sem nada no corpo. Normalmente quem faz isso é mulher. Eu não.

Estava usando um vestido até o joelho (mais curto que isso, só com uma calça por baixo). Chegando lá, guardamos nossos pertences – bolsa, carteira, celular, chave do carro – e eu, para ficar mais à vontade, tirei e guardei a minha calcinha. Qualquer coisa era só levantar o vestido. Estávamos prontos.

Esse clube tem dois andares. O de baixo é uma boate, onde acontece strip-tease masculino e feminino. A putaria rola solta no andar de cima. Todo mundo passa a mão em todo mundo, não tem como evitar. E já que passavam a mão em mim, eu também aproveitava para apalpar os pênis de todos os caras que passavam em minha direção. Nesse andar existe umas cabines fechadas, onde o casal pode ter mais privacidade e transar sem que ninguém participe ou veja. Mas se fosse para ter privacidade, a gente ficaria em casa. Essas cabines são muito usadas para toca entre casais ou orgias, sem que ninguém veja, nem haja interferências inconvenientes.

Há também umas cabines que, em vez de portas, têm grades, o que possibilita as pessoas de fora
ficarem observando. Muita gente gosta de ver. Eu também gosto. Aliás, adoro ver duas mulheres
transando. Desde muito novinha, isso sempre me excitou, mas nunca despertou em mim a curiosidade de experimentar.

Entramos na cabine de grade. Só nós dois. Transamos, claro, com a grade fechada. Todo mundo observava e quanto mais público nós conseguíamos, com mais tesão ficávamos. Transávamos como dois selvagens e, do lado de fora, as pessoas observavam curiosas, atentas, famintas, com fogo no olhar. Muitos se masturbavam, ali, na nossas frente e isso nos deixava ainda mais irracionais, sedentos um pelo outro.

De repente apareceu uma mulher que pôs-se a nos observar. Era muito parecida comigo. O cabelo tinha um corte similar, era alta, esguia com o eu, parecia uma irmã gêmea. Olhávamos uma para a outra fixamente, enquanto meu parceiro me comia por trás. Assim como eu, ela deve ter ficado assustada com a nossa semelhança física.

Foi a primeira vez que senti tesão por uma mulher. Sentir tesão pela Madonna e pela Angelina Joulie não conta. Também sinto um enorme tesão quando me vejo nua, através do espelho. Talvez isso tenha despertado meu desejo por aquela mulher. Eu não sou bonita, mas sei que tenho algo diferente. Sou exótica e gosto de ser exótica. Isso me faz sentir uma mulher sensual, capaz de chamar a atenção por onde passar. E eu chamo mesmo. Não me sinto bonita, mas me sinto sexy. Minha libido é aflorada e meus gestos e movimentos denunciam isso em mim, tornando-me uma mulher desejável. Gosto disso. Gosto de me sentir assim.

Tudo isso que acabei de descrever sobre mim mesma, eu enxerguei na tal mulher, minha sósia até no olhar. Meu parceiro percebeu meu interesse e gostou da idéia. Dei uma piscadela, como que perguntando se ela queria entrar. Ela balançou a cabeça, aceitando.

Abrimos a porta com cuidado, para que nossa cabine não fosse invadida pelos animais que nos observavam, e ela entrou. Estava seminua. Usava um conjunto de lingerie preta. Adoro lingeries. Principalmente as pretas. Acho que fico bem com elas.

Entrou meio acanhada e eu também estava um pouco apreensiva. Meu parceiro encostou-se na parede e me puxou, abraçando-me por trás. Com suas pernas, abriu minhas pernas e com suas mãos, segurou as minhas, com a intensão de me deixar imóvel.

Ela chegou devagar. Passou a mão pelo meu corpo, por baixo do vestido, apalpando-me às cegas, tentando descobrir cada detalhe do meu corpo. Eu que já estava inerte, fiquei sem reação, paralisada, pálida. Estava gostando.

Senti o pau do parceiro pulsar entre meus lábios inferiores e, de repente, um bafo quente se aproximou. Pude sentir uma carne molhada, maleável, a roçar a minha xoxota. Era ela. Ela me chupava como homem nenhum chupara. Entendia perfeitamente o que eu queria. Ia direto ao ponto mais vulnerável, escondido entre meus pequenos lábios. Ora fazia movimentos circulares com a língua, ora chupava tão forte, que parecia que ia arrancar um pedaço da minha boceta para ela. Às vezes os beijava, como se beija uma boca, às vezes enrijecia a língua e enfiava na minha vagina. Eu arquejava, tremia, gritava, mas meus movimentos estavam paralisados pela força do meu homem. Isso me proporcionava ainda mais prazer e me deixava louca, cheia de tesão, querendo mais, e mais, e mais.

Tirou meu vestido e foi subindo a boca pelo meu corpo até encontrar meus seios. Com a língua, brincava com meus mamilos, enquanto eu sentia meu homem tremer de desejo. Ele me soltou e decidiu participar da brincadeira. Enquanto ela mamava em um dos meus seios, ele mamava no outro. Eles se tocavam e se beijavam, mas estavam sempre concentrados em mim. Eu passei a ser um brinquedo nas mãos dos dois. Eles preenchiam minhas cavidades com os dedos, suas mãos passeavam famintas pelas minhas poucas curvas e eu já estava hipnotizada, trêmula e pedindo muito mais, cada vez mais.

Enquanto ele me comia, ela me lambia. Enquanto ela me beijava, ele me chupava. Eles se abraçavam comigo no meio, como um sanduíche. Ele atrás e ela na frente, roçando seu corpo no meu, seus seios nos meus, sua boca na minha. Passeava com a língua pelos meus lábios, por dentro da minha boca, depois os mordia suavemente e entrelaçava sua língua na minha.

Do lado de fora, os outros assistiam ao nosso espetáculo, se masturbavam e jorravam seus jatos em cima da gente.

Foi uma entre tantas experiências maravilhosas que já tive e que ainda terei. Foi inexplicável o que senti naquela noite. Depois, nunca mais vi aquela mulher e nem senti tesão por outra.

Na verdade, não era sobre isso que eu ia falar. Mas chega de falatórios por hoje.