domingo, 7 de dezembro de 2008

O Deus de Ébano e a mulher de 40

Trata-se de um rapaz de 26 anos, porte atlético e músculos bem distribuídos em 1,87 de altura. Sua beleza negra, tal qual a de um Deus de Ébano, era daquelas de arrepiar de desejo qualquer pessoa. As mulheres, desde as ninfetas até as mais idosas senhoras, eram capazes de qualquer coisa por uma noite de amor ou apenas uma trepada gostosa com ele. Ele podia ter a mulher ou o homem que quisesse. De fato, ele tinha e, por isso, nunca quis se prender a nenhum relacionamento sério.

Ela era uma mulher de 40 anos, estatura mediana, com um corpo de dar inveja a qualquer adolescente gostosinha. Seus seios eram fartos, cintura fina e uma anca generosa, que despertava a cobiça de homens e mulheres de todas as idades. Por onde passava, chamava a atenção com suas roupas cujos cortes e decotes valorizavam bem as suas curvas de magnífico acabamento.

Onde se conheceram, não se sabe ao certo. O fato é que foi tesão á primeira vista. Quando se encontravam, em bares, na rua, nas casas dos amigos em comum, eles se entreolhavam, tentando disfarçar o desejo que surgiu tão logo avistaram um ao outro, porém sem trocar uma palavra sequer.

Um dia, num churrasco na casa de um amigo, o tesão tomou conta dos seus corpos, deixando-os cegos, surdos, irracionais. Ela, que estava de pé, encostada em uma pilastra, no jardim, a encará-lo vorazmente, caminhou em direção à casa e ele, sem pensar, foi atrás, observando o rebolar da sua bunda suculenta, com o membro a ponto de estourar a calça.

A mulher entrou na dependência de empregada, um cubículo vazio, perto da cozinha. Vendo a porta entreaberta, o rapaz entrou e logo cuidou de trancá-la, para que ninguém pudesse interromper o que viria a acontecer ali dentro.

Encararam um ao outro e, sem trocar qualquer palavra, ele partiu pra cima dela, encurralando-a entre a parede e o seu corpo apolíneo. Ela deixou escapar um gemido e seu corpo arrepiou-se ao sentir a rigidez do rapaz entre as suas pernas. Seu corpo amoleceu, deixando-a entregue aos braços fortes do crioulo, que a segurou com força e selou um beijo quente em seus lábios macios e molhados.

O beijo foi ardente e demorado. Eles se sugavam, tentando buscar até a última gota de saliva, enquanto ele descia as mãos entre as coxas da mulher, que usava um vestido que lhe cobria até os joelhos, para, logo após, subir, em busca da cavidade úmida que já escorria os fluidos da libertinagem.

Mantendo-a contra a parede, ele abaixou as calças, pôs pra fora o tronco roxo e latejante e o colocou nas mãos da vadia, para que ela pudesse sentir o tamanho do prazer que estava por vir. Ela segurou com vontade, massageando-o delicadamente, enquanto ele lambia cada centímetro do seu rosto.

Ainda vestida, ela abaixou, levou a boca até o mastro do seu macho e chupou deliciosamente, como se chupasse um sorvete. Ele deixou escapar gemidos e empurrou o pau até sua garganta. Ela, já despida, continuou a chupar com volúpia, com fome, fazendo-o liberar os primeiros jatos de porra sobre o seu corpo macio.

Levantou, e, novamente, eles se beijaram. Ele tirou a camisa e os dois puderam sentir o roçar dos seus corpos nus. Os seios eram grandes e empinados. Os mamilos rosados e duros roçavam nos mamilos negros. As mãos delicadas percorriam milimetricamente os músculos definidos daquele corpo luxurioso. Ele desceu a boca sobre os seios, lambendo, sugando, mordiscando aqueles biquinhos deliciosos e ela, com o corpo amolecido, mordia os próprios lábios, deleitando-se com aquele momento tão gostoso. Em seguida, ele a virou de costas e pôde sentir a carne macia de suas nádegas resvalar em seu pau sedento pela buceta molhada.

Uma fome animal tomou conta do corpo do crioulo e então ele jogou a mulher no chão e, deitado sobre ela, finalmente introduziu a ferramenta na gruta suada, movimentando-se violentamente dentro dela. Eles se olharam e, num ato de loucura, ela sentou-lhe a mão na cara. Esse gesto o deixou enfurecido e ele retribuiu o tapa numa intensidade muito maior. O tesão de ambos só aumentava e o sexo ficava cada vez mais violento. Ela já não podia segurar o grito e gritava alto e mais alto. Ele grunhia, enfiava com força na racha da cachorra, que vibrava a cada estocada. Os corpos impregnados de suor movimentavam-se em sintonia, incansáveis, em busca do mais elevado ponto do prazer.

De quatro, ela abriu o traseiro, ele cuspiu e meteu a pica no buraco apertado. Inicialmente ela sentiu um certo desconforto, mas à medida que o canalha foi se mexendo lá dentro, ela foi relaxando até que ele pôde colocar tudo, até o talo. Começou num vai e vem devagar, delicado e, aos poucos, foi acelerando o ritmo. As investidas foram ficando mais violentas, mais fortes e quanto mais brutais eram os ataques, mais ela se deleitava, mais ela queria. Pedia para que não parasse e ele obedecia sem nenhum sacrifício. Ela rebolava enquanto ele introduzia sua cavidade traseira e massageava seus seios, excitando-a ainda mais. Pela primeira vez ela sentiu o gozo de ser penetrada por trás.

Ele, ainda insaciado, saiu de dentro dela. O membro rígido estava esfolado, mas safado queria mais. Sentou-se no chão e colocou-a sentada em seu colo, com a buceta encaixada sobre seu pau. Segurando-a pelos cabelos, arqueou para trás sua cabeça e pôs-se a lamber seu pescoço, enquanto ela rebolava sua xota arregaçada loucamente sobre o cacete escoriado. Ainda dentro dela, ele gozou e, simultaneamente, ela foi às nuvens. Uivou feito uma loba selvagem.

A transa terminou. Eles se vestiram. Ele abriu a porta do cubículo que ficara fétido com a ato de luxúria que acabara de acontecer. Sem trocar uma só palavra, eles saíram e voltaram para a confraternização, onde, em nenhum momento foi dada a falta dos dois.

Com a roupa do corpo, ela pulou dentro da piscina, onde havia muita gente, também com a roupa do corpo, e, assim, pôde disfarçar o cheiro do pecado.

Ele, com a aparência cansada, porém satisfeito com o que aconteceu, pegou a chave do carro e, sem que ninguém percebesse, foi embora.

Esse dia ficou marcado como o começo de caso de paixão e muito sexo entre esses dois deuses vadios. Mas essa história vai ficar para um próximo conto.