terça-feira, 14 de outubro de 2008

Madrugada

Madrugada fria de uma segunda-feira. O relógio marcava exatamente 2:38 quando Alice acordou de um pesadelo. De pijama, saiu à pé para dar uma volta pelo bairro. Parou a um quarteirão e sentou na calçada para contemplar a lua minguante. De repente ouviu um grito. Correu para ver o que era. Uma mulher que aparentava seus vinte e poucos anos foi atacada por um homem. Sofia era o seu nome. O homem, de aparência suja, porém atraente, se chamava Pedro. Ele puxou Sofia pelo braço e a levou até uma rua, próxima dali, escura e deserta, com um terreno sem construção e cercado por uma grade.

Alice os seguiu e, de longe, observava tudo. O rapaz tirou da mochila uma corda e amarrou as mãos da moça na grade. Rasgou-lhe a blusa de tecido fino, arrancou-lhe o sutiã cor-de-pele e, faminto, chupou-lhe os seios brancos de bicos pequenos. Sofia, desesperada, o implorava, aos prantos, que parasse e a deixasse ir embora. Ele a ignorava. Parecia não ouvir. Lambeu o rosto da moça e arrancou-lhe um beijo de língua à força. Na tentativa de se defender, ela mordeu forte os lábios do rapaz até sangrar, o que o excitou ainda mais.

Escondida, vendo aquela cena, Alice se masturbava. O rapaz, insistindo em possuir à força aquela moça indefesa, trêmula, desesperada de tanto medo e que não parava de gritar por socorro, desceu devagar as mãos por entre as suas pernas e, por baixo da saia, enfiou os dedos na sua buceta. Em seguida, rasgou sua calcinha rosa, abaixou as calças e colocou a vara pra fora. Ela desesperava-se ainda mais e quanto mais desespero demonstrava, maior era a vontade de Pedro de enfiar com força naquela xota.

Alice via tudo de longe e queria estar ali, no lugar de Sofia. A idéia de um estupro sempre a excitou. Ela observava aquele homem bruto e faminto enfiar o cacete à força na xana daquela mulher que tirara a sorte grande naquela madrugada. Talvez se não tivesse sentado na calçada para admirar a lua e continuasse caminhando, seria Alice a felizarda a ser atacada pelo estuprador.

Continuando a se masturbar com a cena que apreciava de longe, Alice viu o rapaz desamarrar as mãos de Sofia e, brutalmente, jogá-la no chão. Ele a esbofeteou, deixando na cara da moça as marcas pesadas de sua mão enorme. Alice gozou. Seu tesão ficou incontrolável e ela acabou deixando escapar um gemido alto de prazer. O rapaz ouviu, olhou para os lados e nada viu. Tentou novamente enfiar o pau, mas a buceta ressequida de Sofia o impedia. Então, puxou-lhe a saia, deixando-a completamente despida, e chupou com fome aquela xana rosada que exalava medo, o que, para ele, era tão doce quanto morangos frescos e suculentos. Depois da chupada meteu-lhe a pica com força e, em seguida, cuspiu-lhe na cara.

Alice gozou mais uma vez. Era ela quem queria estar ali, fudendo gostoso com aquele homem tão viril e violento, de olhos e boca famintos. Sem poder evitar, mais uma vez, ela gemeu de prazer e uivou feito uma cadela. Pedro olhou outra vez em volta e avistou a vaca, deitada no chão, se masturbando e gemendo cada vez mais alto.

Amarrou novamente Sofia, caminhou em direção a Alice, arrastou-lhe pelos cabelos e a jogou no chão como se fosse um lixo, ou um objeto qualquer. Soltou as mãos de Sofia e, com ela de quatro, enfiou todo o seu pau no cuzinho apertado e contraído da moça, que gemia de dor, enquanto Alice se molhava de prazer.

Em seguida, arrancou o pijama de Alice e obrigou as duas a transarem ali, na frente dele. Sofia agarrou Alice e deu-lhe um beijo ardente e demorado. Alice, com as pernas bambas, correspondeu e se entregou àquele prazer. As duas trocavam carícias e Alice foi descendo a boca pelo corpo da outra, dando leves mordidas nos seios. Lambia-os e chupava os mamilos delicadamente, deixando a moça completamente excitada. Aquela que gritava de medo, passava a gemer de prazer. Alice desceu mais a boca, foi até a buceta de Sofia e chupou até que a ela gozasse. O suor que escorria de dentro de Sofia se misturava com a saliva de Alice, que esfregava com força a sua cara naquela xota suculenta. Alice, enlouquecida, gozou pela terceira vez e, com a cara melada e a boca molhada, beijou Sofia novamente.

As duas se esfregavam, rolando pelo chão áspero da rua deserta, enquanto Pedro batia uma. Alice olhou para ele, deixou Sofia se contorcendo no chão e começou a chupar aquela pica rígida e incrivelmente deliciosa. Em seguida ele jogou Alice no chão e a comeu de quatro. Ela enlouquecia nos braços de Pedro e gritava absurdos, pedindo-lhe que lhe batesse na cara. Ele obedeceu e desceu-lhe fortes bofetadas. Quanto mais forte, mais louca Alice ficava. Ainda em cima dele, ela cavalgava e rebolava como uma vadia safada. Gritava, xingava e dava gostoso na cara de Pedro. Sem contar os esfregões de sua buceta na cara do moço.

Sofia, gostando de presenciar aquilo tudo, se masturbava. Era uma gozada atrás da outra. Alice sentou-se novamente no pau de Pedro e, rebolando cada vez mais rápido, gozou. Ele, a ponto de bala, tirou o cacete de dentro dela e gozou na boca das duas. Seu pau soltava jatos fortes de porra na cara das duas vadias que uivavam alto de prazer.

O dia estava amanhecendo. Alice tinha que ir trabalhar cedo. Satisfeitos, os três se vestiram e, cada um, seguiu seu rumo. Alice nunca mais os viu, mas jamais se esquecerá da madrugada deliciosa que os dois desconhecidos lhe proporcionaram.

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