terça-feira, 14 de outubro de 2008

Humberto e Dolores

Se existe casal perfeito neste mundo, este casal se chama Humberto e Dolores. Duas almas que se conheceram e hoje são como se fossem uma só. Eles se entendem em todos os sentidos. Basta um gesto, um olhar, uma palavra, para que um consiga compreender o outro. Mas é a cama o lugar onde eles melhor se entendem. Não só na cama, mas no chão, de pé, de quatro, na cozinha, na rua, no mato, em qualquer lugar onde possam praticar a arte do sexo. Seus corpos parecem ter sido feitos, sob medida, um para o outro. A perfeição com que se encaixam é incrível, de deixar qualquer um com inveja. É admirável ver os dois entrelaçados, contorcendo seus corpos de maneira magistral. É uma verdadeira arte, digna de exposição nos mais renomados centros culturais.

Eles se conheceram há, mais ou menos, um ano e meio. Humberto é alto, magro, traços fortes, cabelo bem penteado, uma dentição invejável e uma cara de canalha capaz de deixar qualquer mulher enlouquecida. Dolores, alta, magra, cabelo curto e liso, sorriso metálico e um corpo sem muitas curvas, apaixonou-se logo de cara, só de olhar. Mas ele tinha um defeito: era casado.

Na mente ingênua da moça isso era um forte empecílho para que ela pudesse levar essa paixão à frente. Ela tentou, a todo custo, evitar, mas não tinha controle sobre seus sonhos. Foram noites e noites sonhando com aquela boca de lábios finos beijando a sua boca molhada, roçando em cada centímetro do seu corpo e mamando e mordiscando levemente seus seios pequenos e redondos, de mamilos duros e rosados.

Era inevitável, para Dolores, olhar Humberto sem imaginá-lo pegando-a de jeito, abrindo-lhe as pernas e enfiando a vara rígida em sua buceta molhada, exalando tesão. Só de olhar para ele, sua calcinha encharcava e o suor de sua vagina descia feito lágrimas pelas suas pernas. Inúmeras vezes masturbou-se, imaginando aquele corpo magro se esfregando no seu corpo suado de prazer. Muitas vezes pôs-se a imaginar a boca de Humberto sugando seu gozo, e sua língua lambendo seus lábios roxos e carnudos. Contudo, ele era casado e isso tudo jamais poderia extravasar a imaginação de Dolores, que só podia sonhar e desejá-lo calada, sozinha, sem testemunhas.

Certo dia, Humberto a chamou para ir ao cinema. Ela aceitou, claro, mesmo sabendo que seria um filme e nada mais. E foi assim: assistiram ao filme e, no final, cada um seguiu seu rumo. Durante a sessão, Dolores não se concentrava. Tudo o que desejava, naquele momento, era pelo menos um beijo. Mas não aconteceu. Não fosse sua idéia ultrapassada de moralismo e o medo de se apaixonar, teria pego a mão de Humberto e levado até sua xana ensopada, para que ele pudesse acariciá-la e, ali mesmo, fazê-la gozar. Queria, dentro daquela sala escura, ter caído de boca sobre o pau de Humberto e chupado gostoso até ele ficar louco para meter com força em sua buceta. Infelizmente isso ficou apenas na imaginação de Dolores.

No dia seguinte, eles se olhavam como se quisessem devorar um ao outro. Ele parecia comê-la com os olhos e ela se controlava para não atirar-se em seus braços e, em pleno corredor, com câmeras e gente transitando a todo instante, jogá-lo contra a parede, abaixar suas calças e pagar-lhe um boquete até fazê-lo gozar e encher de porra sua boca pequena e bem desenhada.

Os dias foram passando e o desejo de Dolores era cada vez mais incontrolável. O que jamais poderia imaginar era que Humberto também a desejava na mesma intensidade. Tentou evitar, mas, quando deu por si, já estava entregue, de corpo e alma, à sua vontade de ser possuída por Humberto.

O dia em que se permitiu ser tomada pelos braços daquele homem maravilhoso foi inesquecível. Era uma manhã de sábado. Ela o recebeu, em sua casa, vestida com um short branco e uma blusa vermelha transparente, que dava destaque ao biquinho duro dos seus seios sedentos pelas deliciosas sucções que os lábios finos e molhados de Humberto poderiam proporcionar.

Se beijaram apaixonadamente. Humberto examinava cada detalhe do corpo longilíneo de Dolores e, com suas mãos famintas, percorria milimetricamente as pequenas curvas desse corpo, como se estivesse demarcando um território que, a partir daquele dia, passava a ser exclusivamente seu. Apertou seu corpo contra o dela e, enquanto umas de suas mãos puxava forte os cabelos curtos da moça, a outra descia por entre as pernas, até a genitália. Seus dedos penetraram-na e, tomada por um tesão que a transformava em uma loba indomável, Dolores, trêmula, gozou. Gozou nas mãos de Humberto, que, melada com o fluido doce do prazer, foi subindo pelo corpo, até a boca daquela mulher, que mais parecia uma cadela no sio.

Humberto, sem mesmo penetrar Dolores, conseguiu deixá-la num estado de euforia e loucura que ela nunca sentira antes. Foram deliciosos momentos de prazer. Mas o ápice foi quando ele a levou até o quarto, arrancou sua roupa, rasgou-lhe a calcinha e a jogou na cama, como se ela fosse uma coisa qualquer. Olhando-a nos olhos, a chamava de cadela vadia e dava-lhe belas bofetadas na cara. Tirou a calça, colocou o cacete duro e latejante pra fora, esfregou na cara de Dolores e, em seguida enterrou gostoso nas sua xota. Ela foi ao delírio, soltando gemidos desesperados de tesão. Sua alma saiu de si e foi ao ponto mais alto, onde alma nenhuma conseguiu chegar antes.

O entra e sai de Humberto dentro de Dolores a conduzia a mundos inimagináveis, que nem o maior de todos os prazeres conseguira levá-la antes. Aqueles corpos, sobre aquela cama, naquele quarto que exalava sexo, se encaixavam com tanta perfeição, que era como se um fosse complementar ao outro. Naquela esfregação gostosa, Humberto tirou seu membro de dentro da buceta melada de Dolores e encheu sua boca de porra. Logo em seguida ela lhe deu uma boa cuspida na cara. Possuído por um tesão animalesco, Humberto a olhou nos olhos, com aquela cara melada de porra e suor e deu-lhe um tapa. Dolores, enlouquecida, retribuiu com fortes bofetadas. Ele não reagiu, pelo contrário, pediu que ela batesse ainda mais forte. A cada tapa, ele uivava como um lobo selvagem. Novamente, enfiou o cacete na xota arregaçada de Dolores e seus corpos fétidos e pregados movimentavam-se deliciosamente, enquanto ela sussurrava sacanagens ao pé do ouvido dele.

Por cima dele, sentada em sua vara, Dolores, insana, rebolou até jorrar o fluido do seu gozo. Não contente ele a atirou no chão, colocando-a de costas e, violentamente, enfiou o pau no seu cu apertado. Enfiou até o talo e, com muita fome e força, comeu gostoso Dolores por trás. Os gritos de Dolores eram cada vez mais altos. Ela se deleitava com o imenso prazer que aquele homem a proporcionava. Ela se sentia como uma vaca torada por uma pica grossa de um boi faminto e, mais uma vez, gozou.

Ela estava arrebentada. Humberto também estava cansado. Os dois, satisfeitos, se olharam, se beijaram e, abraçados, dormiram o restante do dia.

Homem nenhum foi capaz de fazer Dolores gozar tantas vezes num só dia, levando-a ao ponto mais elevado do prazer, como Humberto fizera naquele sábado. Seus corpos eram um só, grudados pela mistura do suor, que transpirava sem parar, com o delicioso prazer que sentiam.

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