domingo, 7 de dezembro de 2008

O Deus de Ébano e a mulher de 40

Trata-se de um rapaz de 26 anos, porte atlético e músculos bem distribuídos em 1,87 de altura. Sua beleza negra, tal qual a de um Deus de Ébano, era daquelas de arrepiar de desejo qualquer pessoa. As mulheres, desde as ninfetas até as mais idosas senhoras, eram capazes de qualquer coisa por uma noite de amor ou apenas uma trepada gostosa com ele. Ele podia ter a mulher ou o homem que quisesse. De fato, ele tinha e, por isso, nunca quis se prender a nenhum relacionamento sério.

Ela era uma mulher de 40 anos, estatura mediana, com um corpo de dar inveja a qualquer adolescente gostosinha. Seus seios eram fartos, cintura fina e uma anca generosa, que despertava a cobiça de homens e mulheres de todas as idades. Por onde passava, chamava a atenção com suas roupas cujos cortes e decotes valorizavam bem as suas curvas de magnífico acabamento.

Onde se conheceram, não se sabe ao certo. O fato é que foi tesão á primeira vista. Quando se encontravam, em bares, na rua, nas casas dos amigos em comum, eles se entreolhavam, tentando disfarçar o desejo que surgiu tão logo avistaram um ao outro, porém sem trocar uma palavra sequer.

Um dia, num churrasco na casa de um amigo, o tesão tomou conta dos seus corpos, deixando-os cegos, surdos, irracionais. Ela, que estava de pé, encostada em uma pilastra, no jardim, a encará-lo vorazmente, caminhou em direção à casa e ele, sem pensar, foi atrás, observando o rebolar da sua bunda suculenta, com o membro a ponto de estourar a calça.

A mulher entrou na dependência de empregada, um cubículo vazio, perto da cozinha. Vendo a porta entreaberta, o rapaz entrou e logo cuidou de trancá-la, para que ninguém pudesse interromper o que viria a acontecer ali dentro.

Encararam um ao outro e, sem trocar qualquer palavra, ele partiu pra cima dela, encurralando-a entre a parede e o seu corpo apolíneo. Ela deixou escapar um gemido e seu corpo arrepiou-se ao sentir a rigidez do rapaz entre as suas pernas. Seu corpo amoleceu, deixando-a entregue aos braços fortes do crioulo, que a segurou com força e selou um beijo quente em seus lábios macios e molhados.

O beijo foi ardente e demorado. Eles se sugavam, tentando buscar até a última gota de saliva, enquanto ele descia as mãos entre as coxas da mulher, que usava um vestido que lhe cobria até os joelhos, para, logo após, subir, em busca da cavidade úmida que já escorria os fluidos da libertinagem.

Mantendo-a contra a parede, ele abaixou as calças, pôs pra fora o tronco roxo e latejante e o colocou nas mãos da vadia, para que ela pudesse sentir o tamanho do prazer que estava por vir. Ela segurou com vontade, massageando-o delicadamente, enquanto ele lambia cada centímetro do seu rosto.

Ainda vestida, ela abaixou, levou a boca até o mastro do seu macho e chupou deliciosamente, como se chupasse um sorvete. Ele deixou escapar gemidos e empurrou o pau até sua garganta. Ela, já despida, continuou a chupar com volúpia, com fome, fazendo-o liberar os primeiros jatos de porra sobre o seu corpo macio.

Levantou, e, novamente, eles se beijaram. Ele tirou a camisa e os dois puderam sentir o roçar dos seus corpos nus. Os seios eram grandes e empinados. Os mamilos rosados e duros roçavam nos mamilos negros. As mãos delicadas percorriam milimetricamente os músculos definidos daquele corpo luxurioso. Ele desceu a boca sobre os seios, lambendo, sugando, mordiscando aqueles biquinhos deliciosos e ela, com o corpo amolecido, mordia os próprios lábios, deleitando-se com aquele momento tão gostoso. Em seguida, ele a virou de costas e pôde sentir a carne macia de suas nádegas resvalar em seu pau sedento pela buceta molhada.

Uma fome animal tomou conta do corpo do crioulo e então ele jogou a mulher no chão e, deitado sobre ela, finalmente introduziu a ferramenta na gruta suada, movimentando-se violentamente dentro dela. Eles se olharam e, num ato de loucura, ela sentou-lhe a mão na cara. Esse gesto o deixou enfurecido e ele retribuiu o tapa numa intensidade muito maior. O tesão de ambos só aumentava e o sexo ficava cada vez mais violento. Ela já não podia segurar o grito e gritava alto e mais alto. Ele grunhia, enfiava com força na racha da cachorra, que vibrava a cada estocada. Os corpos impregnados de suor movimentavam-se em sintonia, incansáveis, em busca do mais elevado ponto do prazer.

De quatro, ela abriu o traseiro, ele cuspiu e meteu a pica no buraco apertado. Inicialmente ela sentiu um certo desconforto, mas à medida que o canalha foi se mexendo lá dentro, ela foi relaxando até que ele pôde colocar tudo, até o talo. Começou num vai e vem devagar, delicado e, aos poucos, foi acelerando o ritmo. As investidas foram ficando mais violentas, mais fortes e quanto mais brutais eram os ataques, mais ela se deleitava, mais ela queria. Pedia para que não parasse e ele obedecia sem nenhum sacrifício. Ela rebolava enquanto ele introduzia sua cavidade traseira e massageava seus seios, excitando-a ainda mais. Pela primeira vez ela sentiu o gozo de ser penetrada por trás.

Ele, ainda insaciado, saiu de dentro dela. O membro rígido estava esfolado, mas safado queria mais. Sentou-se no chão e colocou-a sentada em seu colo, com a buceta encaixada sobre seu pau. Segurando-a pelos cabelos, arqueou para trás sua cabeça e pôs-se a lamber seu pescoço, enquanto ela rebolava sua xota arregaçada loucamente sobre o cacete escoriado. Ainda dentro dela, ele gozou e, simultaneamente, ela foi às nuvens. Uivou feito uma loba selvagem.

A transa terminou. Eles se vestiram. Ele abriu a porta do cubículo que ficara fétido com a ato de luxúria que acabara de acontecer. Sem trocar uma só palavra, eles saíram e voltaram para a confraternização, onde, em nenhum momento foi dada a falta dos dois.

Com a roupa do corpo, ela pulou dentro da piscina, onde havia muita gente, também com a roupa do corpo, e, assim, pôde disfarçar o cheiro do pecado.

Ele, com a aparência cansada, porém satisfeito com o que aconteceu, pegou a chave do carro e, sem que ninguém percebesse, foi embora.

Esse dia ficou marcado como o começo de caso de paixão e muito sexo entre esses dois deuses vadios. Mas essa história vai ficar para um próximo conto.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

NO BANHEIRO DA REPARTIÇÃO

Foi na repartição que eles se conheceram. Durante um ano seus olhares apenas se cruzaram em meio a conversas, almoços e encontros casuais em corredores. Mal sabiam que algo muito intenso estava por vir. Algo que mudaria em muito a vida dos dois, mas que provocaria muita confusão, tanto para ele quanto para ela, e que, embora pudesse trazer momentos de êxtase e felicidade plena, também traria muito sofrimento. E foi exatamente isso o que aconteceu. Eles se envolveram e, durante três meses, viveram um amor intenso, com momentos lindos de carinho e prazer. Os meses seguintes só trouxeram sofrimento. Desde então, não tiveram paz e, embora se amassem como jamais amaram alguém, não faziam outra coisa que não fosse brigar.

Começaram a aparecer as cobranças, os ciúmes e até os insultos. Em meio a tantos problemas e ondas de turbulência, o amor, que parecia inabalável, aparentemente diminuíra, os sonhos que sonharam juntos e os planos que fizeram para um futuro, com final feliz, caíram por terra. Os dois morreram por dentro de tanta decepção e com o sofrimento pela certeza de que não mais ficariam juntos. Mas ainda havia algo que, em vez de diminuir, só aumentava a cada dia, a cada briga, a cada olhar, a cada encontro: o tesão. Apesar do ódio que um tentava sentir do outro, o tesão continuava cada vez mais acentuado e à flor da pele.

Havia várias semanas que eles não transavam, devido às brigas constantes, até que um dia, numa tarde de sexta-feira, quando a repartição estava vazia, ele entrou na sala em que ela trabalhava. Lá estava ela, sozinha, sentada, à mesa, atrás de um computador, quando o viu com um olhar voraz e devorador. Ele caminhou em sua direção, puxou-a da cadeira e, apertando seu corpo frágil contra o dele, aproximou os lábios aos dela, deixando que se encostassem levemente, até que, subitamente, ele enfiou a língua na boca da garota e saciou sua sede com um delicioso e violento beijo, que sugava toda a umidade daquela delicada boca de lábios finos e desenhados.

Sentindo o membro daquele homem enrijecer entre suas pernas cobertas pela calça jeans, ela o deixou conduzir até o banheiro e, ali, eles se deliciaram do prazer que há muito não sentiam. O tesão era maior que das outras vezes. Os dois então puderam desfrutar de um desejo fervoroso que se escondia atrás dos olhares faiscantes que um lançava sobre o outro nos momentos de discussão. Puderam sentir novamente o gosto lascivo da libertinagem e saciarem um pouco a fome interminável que os consumia.

Tomado pelo necessidade de possuir aquela mulher, ele trancou a porta do banheiro e a empurrou, de costas, contra a pia. Abaixou as calças e colocou para fora seu cacete delicioso, consistente e sedento pela abertura úmida e quente da vadia, onde se encaixava tão primorosamente. Puxando-a pelos quadris, ele introduziu com força o mastro rijo na buceta doce, cujo tesão aflorava a cada toque e a cada vai e vem daquele canalha.

Seus golpes eram furiosos e, ao passo que ele a puxava pelas ancas, contra a parte frontal do seu corpo, as investidas eram ainda mais fortes. Isso a deixava louca como um bicho irracional faminto por sexo. A volúpia misturava-se com a raiva e a vontade ainda mais aflorada de continuarem com aquele ato animalesco, dentro daquele banheiro pequeno que exalava sexo e muita paixão.

Ainda trancados lá dentro, ela virou-se de encontro a ele e, olhando em seus olhos famintos, deu-lhe um beijo, chupando, esfomeada, sua língua. Eles se lambiam como dois animais selvagens e se cheiravam, como que buscando reconhecer o odor que há muito não sentiam. Odor que, para eles, tinha gosto de luxúria, devassidão, sensualidade.

A fome parecia infinita. Ele, com o pau ainda duro e latejante, porém esfolado, devido às fortes estocadas, sentou-se no chão, e ela, com a xana inchada de tanta surra que levara daquela vara generosa, farta e vermelha, sentou no colo dele, encaixando a buceta na pica, rebolando, movimentando-se, subindo e descendo. Começou devagar e foi acelerando, acelerando... até que ele, finalmente, liberou um forte jato de porra dentro dela. Nesse momento, os dois, embora ainda não estivessem completamente saciados, ficaram mais calmos e sentiram um certo alívio por matarem parte daquela vontade que os vinha consumindo por dentro, tirando-lhes o sono.

E foi ali, dentro daquele quadrado pequeno, o banheiro da repartição, que eles estiveram juntos pela última vez. A partir desse dia, seus encontros passaram a ser apenas virtuais e, rapidamente, nos ambientes do trabalho, onde ainda cruzam olhares esfomeados.

Quanto ao que vai acontecer com eles, se haverá ou não outra história a ser revelada aqui, isso eu não posso dizer. Mas posso assegurar que essa história de loucura, sexo e paixão ainda não acabou.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

A vida é um filme triste

Eles se conheceram, se gostaram e se amaram. Na verdade, só ela o amou e ele a fez acreditar que também a amava. Fez promessas e planos, pediu-a em casamento, jurou-lhe felicidade eterna e prometeu dar-lhe dois filhos: Miguel e Luíza. Ela nunca pediu nada. Entrou no relacionamento sem qualquer expectativa, simplesmente porque gostava dele e muito o admirava.

Um dia, com um falso e convincente brilho no olhar, que arrebatou o coração da jovem ingênua, ele disse "eu te amo". Ela caiu de amores e, por três meses, achou que, finalmente, tivera encontrado o homem da sua vida.

Os dois combinavam em tudo: as mesmas músicas, os mesmos pensamentos, as mesmas ambições, a mesma sintonia. Na cama não tinha pra ninguém. Seus corpos se juntavam num encaixe perfeito. Ele entendia cada gesto, cada olhar e guiava seu corpo em movimentos magistrais, como numa dança, em que a dama é guiada primorosamente pelo seu cavalheiro.

Seu olhar era profundo e quando fitava os olhos radiantes e inocentes da moça, ele dizia "eu te amo". Para ela nada soava tão lindo como esse "eu te amo", que parecia ecoar em tom sincero, ao som grave e inigualável de sua voz.

Ele transmitia segurança, fazia com que ela se sentisse amada de verdade, a mais bela e adorada de todas as mulheres, e devolveu a ela um sorriso que poucos conheciam. Ela o amou intensamente a cada instante. Acreditou em suas pérfidas promessas e rendeu-se completamente aos seus encantos. Deixou-se levar sem medo pela magia daquele amor que mostrava-se tão puro e casto quanto uma criança que acabou de nascer. Acreditou ter encontrado a felicidade que por tanto tempo esteve à procura.

Tudo não passou de uma grande mentira. Ele jamais cumpriu suas promessas, pois seu amor era falso. A ela, devolveu a infelicidade e dela tirou todos os sonhos. Transformou-a numa mulher amarga e descrente, arrancou dos seus olhos a última gota de lágrima e colocou no seu coração o mais doloroso dos sofrimentos. Seu olhar perdeu a vivacidade e seu sorriso jamais voltou a reluzir. A vida para ela perdeu todo o sentido.

Quanto a ele... deve estar por aí, à procura de uma nova presa a ser envolvida por seus longos tentáculos.

E assim, a vida continua. Para alguns, como um filme sem final feliz.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Madrugada

Madrugada fria de uma segunda-feira. O relógio marcava exatamente 2:38 quando Alice acordou de um pesadelo. De pijama, saiu à pé para dar uma volta pelo bairro. Parou a um quarteirão e sentou na calçada para contemplar a lua minguante. De repente ouviu um grito. Correu para ver o que era. Uma mulher que aparentava seus vinte e poucos anos foi atacada por um homem. Sofia era o seu nome. O homem, de aparência suja, porém atraente, se chamava Pedro. Ele puxou Sofia pelo braço e a levou até uma rua, próxima dali, escura e deserta, com um terreno sem construção e cercado por uma grade.

Alice os seguiu e, de longe, observava tudo. O rapaz tirou da mochila uma corda e amarrou as mãos da moça na grade. Rasgou-lhe a blusa de tecido fino, arrancou-lhe o sutiã cor-de-pele e, faminto, chupou-lhe os seios brancos de bicos pequenos. Sofia, desesperada, o implorava, aos prantos, que parasse e a deixasse ir embora. Ele a ignorava. Parecia não ouvir. Lambeu o rosto da moça e arrancou-lhe um beijo de língua à força. Na tentativa de se defender, ela mordeu forte os lábios do rapaz até sangrar, o que o excitou ainda mais.

Escondida, vendo aquela cena, Alice se masturbava. O rapaz, insistindo em possuir à força aquela moça indefesa, trêmula, desesperada de tanto medo e que não parava de gritar por socorro, desceu devagar as mãos por entre as suas pernas e, por baixo da saia, enfiou os dedos na sua buceta. Em seguida, rasgou sua calcinha rosa, abaixou as calças e colocou a vara pra fora. Ela desesperava-se ainda mais e quanto mais desespero demonstrava, maior era a vontade de Pedro de enfiar com força naquela xota.

Alice via tudo de longe e queria estar ali, no lugar de Sofia. A idéia de um estupro sempre a excitou. Ela observava aquele homem bruto e faminto enfiar o cacete à força na xana daquela mulher que tirara a sorte grande naquela madrugada. Talvez se não tivesse sentado na calçada para admirar a lua e continuasse caminhando, seria Alice a felizarda a ser atacada pelo estuprador.

Continuando a se masturbar com a cena que apreciava de longe, Alice viu o rapaz desamarrar as mãos de Sofia e, brutalmente, jogá-la no chão. Ele a esbofeteou, deixando na cara da moça as marcas pesadas de sua mão enorme. Alice gozou. Seu tesão ficou incontrolável e ela acabou deixando escapar um gemido alto de prazer. O rapaz ouviu, olhou para os lados e nada viu. Tentou novamente enfiar o pau, mas a buceta ressequida de Sofia o impedia. Então, puxou-lhe a saia, deixando-a completamente despida, e chupou com fome aquela xana rosada que exalava medo, o que, para ele, era tão doce quanto morangos frescos e suculentos. Depois da chupada meteu-lhe a pica com força e, em seguida, cuspiu-lhe na cara.

Alice gozou mais uma vez. Era ela quem queria estar ali, fudendo gostoso com aquele homem tão viril e violento, de olhos e boca famintos. Sem poder evitar, mais uma vez, ela gemeu de prazer e uivou feito uma cadela. Pedro olhou outra vez em volta e avistou a vaca, deitada no chão, se masturbando e gemendo cada vez mais alto.

Amarrou novamente Sofia, caminhou em direção a Alice, arrastou-lhe pelos cabelos e a jogou no chão como se fosse um lixo, ou um objeto qualquer. Soltou as mãos de Sofia e, com ela de quatro, enfiou todo o seu pau no cuzinho apertado e contraído da moça, que gemia de dor, enquanto Alice se molhava de prazer.

Em seguida, arrancou o pijama de Alice e obrigou as duas a transarem ali, na frente dele. Sofia agarrou Alice e deu-lhe um beijo ardente e demorado. Alice, com as pernas bambas, correspondeu e se entregou àquele prazer. As duas trocavam carícias e Alice foi descendo a boca pelo corpo da outra, dando leves mordidas nos seios. Lambia-os e chupava os mamilos delicadamente, deixando a moça completamente excitada. Aquela que gritava de medo, passava a gemer de prazer. Alice desceu mais a boca, foi até a buceta de Sofia e chupou até que a ela gozasse. O suor que escorria de dentro de Sofia se misturava com a saliva de Alice, que esfregava com força a sua cara naquela xota suculenta. Alice, enlouquecida, gozou pela terceira vez e, com a cara melada e a boca molhada, beijou Sofia novamente.

As duas se esfregavam, rolando pelo chão áspero da rua deserta, enquanto Pedro batia uma. Alice olhou para ele, deixou Sofia se contorcendo no chão e começou a chupar aquela pica rígida e incrivelmente deliciosa. Em seguida ele jogou Alice no chão e a comeu de quatro. Ela enlouquecia nos braços de Pedro e gritava absurdos, pedindo-lhe que lhe batesse na cara. Ele obedeceu e desceu-lhe fortes bofetadas. Quanto mais forte, mais louca Alice ficava. Ainda em cima dele, ela cavalgava e rebolava como uma vadia safada. Gritava, xingava e dava gostoso na cara de Pedro. Sem contar os esfregões de sua buceta na cara do moço.

Sofia, gostando de presenciar aquilo tudo, se masturbava. Era uma gozada atrás da outra. Alice sentou-se novamente no pau de Pedro e, rebolando cada vez mais rápido, gozou. Ele, a ponto de bala, tirou o cacete de dentro dela e gozou na boca das duas. Seu pau soltava jatos fortes de porra na cara das duas vadias que uivavam alto de prazer.

O dia estava amanhecendo. Alice tinha que ir trabalhar cedo. Satisfeitos, os três se vestiram e, cada um, seguiu seu rumo. Alice nunca mais os viu, mas jamais se esquecerá da madrugada deliciosa que os dois desconhecidos lhe proporcionaram.

Humberto e Dolores

Se existe casal perfeito neste mundo, este casal se chama Humberto e Dolores. Duas almas que se conheceram e hoje são como se fossem uma só. Eles se entendem em todos os sentidos. Basta um gesto, um olhar, uma palavra, para que um consiga compreender o outro. Mas é a cama o lugar onde eles melhor se entendem. Não só na cama, mas no chão, de pé, de quatro, na cozinha, na rua, no mato, em qualquer lugar onde possam praticar a arte do sexo. Seus corpos parecem ter sido feitos, sob medida, um para o outro. A perfeição com que se encaixam é incrível, de deixar qualquer um com inveja. É admirável ver os dois entrelaçados, contorcendo seus corpos de maneira magistral. É uma verdadeira arte, digna de exposição nos mais renomados centros culturais.

Eles se conheceram há, mais ou menos, um ano e meio. Humberto é alto, magro, traços fortes, cabelo bem penteado, uma dentição invejável e uma cara de canalha capaz de deixar qualquer mulher enlouquecida. Dolores, alta, magra, cabelo curto e liso, sorriso metálico e um corpo sem muitas curvas, apaixonou-se logo de cara, só de olhar. Mas ele tinha um defeito: era casado.

Na mente ingênua da moça isso era um forte empecílho para que ela pudesse levar essa paixão à frente. Ela tentou, a todo custo, evitar, mas não tinha controle sobre seus sonhos. Foram noites e noites sonhando com aquela boca de lábios finos beijando a sua boca molhada, roçando em cada centímetro do seu corpo e mamando e mordiscando levemente seus seios pequenos e redondos, de mamilos duros e rosados.

Era inevitável, para Dolores, olhar Humberto sem imaginá-lo pegando-a de jeito, abrindo-lhe as pernas e enfiando a vara rígida em sua buceta molhada, exalando tesão. Só de olhar para ele, sua calcinha encharcava e o suor de sua vagina descia feito lágrimas pelas suas pernas. Inúmeras vezes masturbou-se, imaginando aquele corpo magro se esfregando no seu corpo suado de prazer. Muitas vezes pôs-se a imaginar a boca de Humberto sugando seu gozo, e sua língua lambendo seus lábios roxos e carnudos. Contudo, ele era casado e isso tudo jamais poderia extravasar a imaginação de Dolores, que só podia sonhar e desejá-lo calada, sozinha, sem testemunhas.

Certo dia, Humberto a chamou para ir ao cinema. Ela aceitou, claro, mesmo sabendo que seria um filme e nada mais. E foi assim: assistiram ao filme e, no final, cada um seguiu seu rumo. Durante a sessão, Dolores não se concentrava. Tudo o que desejava, naquele momento, era pelo menos um beijo. Mas não aconteceu. Não fosse sua idéia ultrapassada de moralismo e o medo de se apaixonar, teria pego a mão de Humberto e levado até sua xana ensopada, para que ele pudesse acariciá-la e, ali mesmo, fazê-la gozar. Queria, dentro daquela sala escura, ter caído de boca sobre o pau de Humberto e chupado gostoso até ele ficar louco para meter com força em sua buceta. Infelizmente isso ficou apenas na imaginação de Dolores.

No dia seguinte, eles se olhavam como se quisessem devorar um ao outro. Ele parecia comê-la com os olhos e ela se controlava para não atirar-se em seus braços e, em pleno corredor, com câmeras e gente transitando a todo instante, jogá-lo contra a parede, abaixar suas calças e pagar-lhe um boquete até fazê-lo gozar e encher de porra sua boca pequena e bem desenhada.

Os dias foram passando e o desejo de Dolores era cada vez mais incontrolável. O que jamais poderia imaginar era que Humberto também a desejava na mesma intensidade. Tentou evitar, mas, quando deu por si, já estava entregue, de corpo e alma, à sua vontade de ser possuída por Humberto.

O dia em que se permitiu ser tomada pelos braços daquele homem maravilhoso foi inesquecível. Era uma manhã de sábado. Ela o recebeu, em sua casa, vestida com um short branco e uma blusa vermelha transparente, que dava destaque ao biquinho duro dos seus seios sedentos pelas deliciosas sucções que os lábios finos e molhados de Humberto poderiam proporcionar.

Se beijaram apaixonadamente. Humberto examinava cada detalhe do corpo longilíneo de Dolores e, com suas mãos famintas, percorria milimetricamente as pequenas curvas desse corpo, como se estivesse demarcando um território que, a partir daquele dia, passava a ser exclusivamente seu. Apertou seu corpo contra o dela e, enquanto umas de suas mãos puxava forte os cabelos curtos da moça, a outra descia por entre as pernas, até a genitália. Seus dedos penetraram-na e, tomada por um tesão que a transformava em uma loba indomável, Dolores, trêmula, gozou. Gozou nas mãos de Humberto, que, melada com o fluido doce do prazer, foi subindo pelo corpo, até a boca daquela mulher, que mais parecia uma cadela no sio.

Humberto, sem mesmo penetrar Dolores, conseguiu deixá-la num estado de euforia e loucura que ela nunca sentira antes. Foram deliciosos momentos de prazer. Mas o ápice foi quando ele a levou até o quarto, arrancou sua roupa, rasgou-lhe a calcinha e a jogou na cama, como se ela fosse uma coisa qualquer. Olhando-a nos olhos, a chamava de cadela vadia e dava-lhe belas bofetadas na cara. Tirou a calça, colocou o cacete duro e latejante pra fora, esfregou na cara de Dolores e, em seguida enterrou gostoso nas sua xota. Ela foi ao delírio, soltando gemidos desesperados de tesão. Sua alma saiu de si e foi ao ponto mais alto, onde alma nenhuma conseguiu chegar antes.

O entra e sai de Humberto dentro de Dolores a conduzia a mundos inimagináveis, que nem o maior de todos os prazeres conseguira levá-la antes. Aqueles corpos, sobre aquela cama, naquele quarto que exalava sexo, se encaixavam com tanta perfeição, que era como se um fosse complementar ao outro. Naquela esfregação gostosa, Humberto tirou seu membro de dentro da buceta melada de Dolores e encheu sua boca de porra. Logo em seguida ela lhe deu uma boa cuspida na cara. Possuído por um tesão animalesco, Humberto a olhou nos olhos, com aquela cara melada de porra e suor e deu-lhe um tapa. Dolores, enlouquecida, retribuiu com fortes bofetadas. Ele não reagiu, pelo contrário, pediu que ela batesse ainda mais forte. A cada tapa, ele uivava como um lobo selvagem. Novamente, enfiou o cacete na xota arregaçada de Dolores e seus corpos fétidos e pregados movimentavam-se deliciosamente, enquanto ela sussurrava sacanagens ao pé do ouvido dele.

Por cima dele, sentada em sua vara, Dolores, insana, rebolou até jorrar o fluido do seu gozo. Não contente ele a atirou no chão, colocando-a de costas e, violentamente, enfiou o pau no seu cu apertado. Enfiou até o talo e, com muita fome e força, comeu gostoso Dolores por trás. Os gritos de Dolores eram cada vez mais altos. Ela se deleitava com o imenso prazer que aquele homem a proporcionava. Ela se sentia como uma vaca torada por uma pica grossa de um boi faminto e, mais uma vez, gozou.

Ela estava arrebentada. Humberto também estava cansado. Os dois, satisfeitos, se olharam, se beijaram e, abraçados, dormiram o restante do dia.

Homem nenhum foi capaz de fazer Dolores gozar tantas vezes num só dia, levando-a ao ponto mais elevado do prazer, como Humberto fizera naquele sábado. Seus corpos eram um só, grudados pela mistura do suor, que transpirava sem parar, com o delicioso prazer que sentiam.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Nada como uma boa trepada matinal

Deveria estar dormindo, mas o sono não vinha. Ligou o computador, conectou-se à internet e começou a escrever. Era uma maneira de chamar o sono, mas, ao contrário, o sono só se distanciava, e ela pensava só em sacanagem. Entrou em uma dessas comunidades virtuais. Eram comunidades lésbicas com diversos vídeos de meninas transando.

Permitam-me fazer um “à parte”, antes de continuar a história. Ela nunca teve esse tipo de experiência, mas desde adolescente sente tesão ao ver cenas de duas mulheres se pegando. Certa vez ligou a TV. Estava passando um filme em que Angelina Joulie interpretava uma lésbica. A cada cena de sexo, excitava-se, imaginando-se no lugar daquela personagem. Apesar disso, nunca sentira atração por pessoas do mesmo sexo. Mas, ultimamente, embora ainda não sinta atração, sente vontade de ser chupada por uma mulher. Isso se deve à idéia de um velho conhecido, daqueles bem pervertidos e sem limites, que fica enchendo a cabeça dela de idéias deliciosamente “mirabolantes”. Ela sempre resistiu às suas propostas. Mas de uns tempos pra cá, tem sido mais flexível e hoje já pensa na possibilidade de deixar ter uma menina bem gostosinha pagar-lhe um boquete bem gostoso.

Continuando a história...

Enquanto ela via as cenas lésbicas baixadas em uma das comunidades que havia entrado, enchia-se de tesão, chegando até a gozar só de olhar. Começou a conversar com uma das meninas da comunidade. Deliciaram-se, falaram absurdas e maravilhosas sacanagens. Não se agüentava de tanto tesão. Tudo o que queria naquele momento era um sexozinho oral feito por aquela menina do MSN. Mas do que isso, ela queria mesmo era um pau bem duro e gostoso entrando na sua buceta. Teve, então a idéia de ligar para o tal conhecido, com quem já havia dado umas trepadas gostosas.

Pegou o celular e enviou-lhe uma mensagem bem sacana. Logo em seguida, ele a telefonou e, pouco tempo depois, bate à sua porta. Ela o recebeu com uma camisolinha branca e os dois se beijaram loucamente ali mesmo, na sala, com a porta aberta. Ele a jogou no chão com uma fome animalesca e arregaçou-lhe a xota. Ela gritava, desesperadamente, de prazer. Gozou uma, duas, três... diversas vezes. Eles Transaram como dois animais selvagens.


Depois de horas de prazer, pegaram no sono e, de manhã, ele a acordou da maneira mais gostosa que uma mulher pode ser acordada: uma maravilhosa trepada matinal.

A primeira vez...

O dia não foi dos melhores. Ela só pensava naquele homem. Não que valesse à pena, mas desde a primeira vez que o viu, soube que era ele o homem da sua vida. Seu jeito a impressionava. Tudo nele a atraía, a fazia sentir que era ele o homem com quem iria passar o resto da sua vida. Tamanha tolice a dela.

A primeira vez relato agora. Ela o viu, em pé, atrás de uma mesa de escritório, com um lindo e largo sorriso, calça jeans e blusa clara. Foi paixão à primeira vista. “Simplesmente lindo”, ela pensou. Aquele homem a impressionou como jamais outro fora capaz. Foi ele a sua desgraça, assim como também foi o seu grande motivo de prazer nos últimos meses. Pulando certas partes insignificantes e cansativas, irei direto ao ponto, porém, sem detalhes sórdidos.

A primeira vez que, de fato, se encontraram, a sós, e aconteceu algo a mais, foi em sua casa. Era sexta-feira, final de tarde. O dia foi ruim para ela, que saíra do trabalho aos prantos. Ele foi ao seu encontro, em seu apartamento e a encontrou com os olhos cheios d’água. Conversaram por alguns minutos e, finalmente, ele a beijou. Como ela esperou por esse momento! Ali já sabia que o amava, mas sabia também que não deveria se entregar. Achou, inclusive, que seria apenas aquele beijo, embora não fosse o a vontade que gritava no seu coração. Mas ela precisava ser racional, pois ele era proibido para ela.

Quando ele foi embora, um misto de desespero com arrependimento tomou conta da alma daquela menina carente e apaixonada. Mas esse sentimento foi passando, na medida em que ela tinha consciência de que aquele beijo jamais se repetiria. Não foi bem assim... os dias foram passando e eles continuaram a se encontrar. Ela, que sempre esteve apaixonada, porém uma paixão contida pela realidade em que ambos viviam, apaixonou-se ainda mais e se entregou de corpo e alma a um amor intenso, por ela, jamais vivido antes.

Uma, duas semanas e... aconteceu. Eles fizeram amor pela primeira vez. Era uma manhã de sábado, quando ele chegou à casa dela e eles fizeram amor pela manhã e a tarde inteira. Saciaram suas sedes e extravasaram seus mais íntimos desejos, como se já se conhecessem há muito, muito tempo. Embora nunca estivessem estado juntos antes, ele a conhecia, a entendia e parecia adivinhar tudo do que ela gostava. Eu me atrevo a dizer que eles já se conhecem, sim, há muito mais tempo do que possam imaginar. Eles já pertencem um ao outro desde vidas passadas. É como se a vida de um estivesse entrelaçada à do outro.

Para ela, ele era perfeito. Naquele sábado, eles transaram deliciosamente e, ali, ela se esquecera de todas as suas experiências, tomando aquela como a sua primeira vez. De fato era, pois, em nenhuma das outras vezes, ela sentira tanto prazer em estar com alguém. Era tudo diferente. O beijo era mais gostoso, o tesão, infinitamente maior, e ele, inexplicavelmente o homem da sua vida. Foi a transa mais gostosa da sua vida até então. Depois, a cada transa com ele, ela sentia uma espécie de êxtase e viajava até as mais distantes galáxias. Como era gostoso ter aquele homem sobre si mesma. De quanto prazer, jamais sentido antes, ela pôde desfrutar.

É ele o homem com quem quer passar o resto da sua vida, onde quer que ele esteja. É com ele que ela quer sonhar todas as noites de sua vida. É ele que ela quer abraçar nas noites frias ou de calor. É com ele que ela quer fazer amor até morrer. É ele o grande amor da sua vida. E agora, sem saber o que fazer, ela chora, lamenta tão intensa paixão e inexplicável desejo que sente por esse homem todos os dias. Não sabe mais o que fazer, nem a verdadeira razão do seu infinito amor. Talvez seja solidão, mas, por ele, eu asseguro, ela é capaz dos mais loucos absurdos. Por ele, sim, ela é capaz de mudar completamente a sua vida. Por ele largaria tudo e recomeçaria uma vida completamente diferente, simplesmente com um único objetivo: ser e faze-lo feliz.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Paixão, Tesão e Solidão

Teve um sonho esta noite. Sonhava que estava dormindo, quando ele, sorrateiramente, embaixo do edredom, abaixa sua calcinha e chupa-lhe a buceta com uma sede interminável e uma saudade que, até então, vinha matando-o por dentro e consumindo todos os seus pensamentos. Percorreu cada centímetro do corpo dela, com a língua, enquanto dormia e, em seguida, acordou-a com um beijo na boca, ardente e apaixonado. Então, cheia de tesão, ela corresponde ao beijo. Sutilmente ele a penetra e, com movimentos deliciosamente leves, eles fazem amor.

Ela acorda do sonho. Acorda com vontade e muita saudade daquele homem que há meses vem lhe tirando o sono. Levanta, tira a roupa, caminha até o banheiro, liga o chuveiro e, embaixo da água quente, masturba-se. De olhos fechados, pensa nele. Imagina os dois, ali, embaixo daquele chuveiro, fazendo amor como nunca haviam feito antes. Pensava nele com paixão e muito tesão.

Com as mãos em suas partes íntimas, ela o imagina chupando-a com a mesma sede em que a chupava no sonho. Neste momento ela goza nas próprias mãos e leva seus dedos molhados, com o suor que escorrera de sua vagina, até sua boca e suga aquele fluido dos seus dedos como se estivesse chupando um pênis que acabara de sair de dentro dela.

Mais uma vez, de olhos fechados, ela acaricia a si mesma. Começa pelos seios, os quais imagina sendo sugados por ele, enquanto uma menina chupa sua genitália limpinha e fresquinha. Desceu suas mãos pelo corpo, passando pela barriga, umbigo... sentia com suas mãos cada parte do próprio corpo que acariciava. Com seus braços, abraçava-se a si mesma, como se ele a estivesse abraçando. Com os dedos, acariciava as partes íntimas, começando pelo clitóris e descendo até a vagina, até que, em um dado momento, dois dos seus dedos penetravam-na delicadamente, como se ela estivesse sendo penetrada por ele e, ali, mais uma vez, sob fumaça da mesma água quente, ela goza e treme de prazer, dos pés à cabeça.

Sai do banho, veste-se, vai trabalhar, volta à realidade. Já no final da tarde, após chegar do trabalho, começa a lembrar-se do banho. Algumas horas depois, alguém bate na porta de seu apartamento. Ela abre. É ele. Ele a abraça e a beija fervorosamente, fazendo carícias em seu corpo e, ali, vai despindo-a e levando-a até o sofá. Os dois fazem amor. Porém, durante o ato, enquanto se abraçavam e se beijavam, ela não sentia nada. Absolutamente nada. Pela primeira vez teve a sensação de que já não sentia mais nada por ele. A paixão de outrora parecia não ser mais a mesma. É como se tivesse evaporado tão rapidamente quanto os pingos de chuva que evaporam de um chão esquentado pelo sol.

O tesão já não a enlouquecia como antes. Mas, mesmo assim, inexplicavelmente, ela o queria ali por perto e quase implorou para que não fosse embora tão rápido. Quando ele saiu, um vazio enorme tomou conta daquela mulher, que começou a chorar desesperadamente. Ligou a TV. Estava passando a novela. Mas ela só chorava. O tempo inteiro, impregnada com o cheiro que ele deixara em seu corpo, ela chorava.

De tanto chorar e tentar explicar a si mesma o por quê de tal vazio e desespero, percebeu algo que já vinha passando pelos seus pensamentos há algumas semanas.Tudo não passa de uma grande carência afetiva, causada pela solidão que, há tempos, vem sentindo. A necessidade da presença dele em sua vida é, hoje, apenas uma forma de suprir tal solidão. Sim, a paixão acabou. O tesão diminuiu. O que existe é apenas a necessidade de um alguém que lhe dê carinho, que a faça companhia e a entenda. E isso ela nunca teve dele.

Mas, enquanto seu príncipe encantado não aparece, em um passe de mágica, como nos contos de fadas, ela continua alimentando essa história incerta, sem futuro e sem graça.